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EDUCAR É, ANTES, SENTIR... E TODOS SÃO CAPAZES DISSO.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

MEU CORAÇÃO FOI PASSEAR (PARTE II: O RETORNO) - MY HEART WAS WALK (PART II: THE RETURN)

POR MARI MONTEIRO




Tardou. Pareceu uma eternidade. A sensação física não era pior que a espiritual. No meu peito, obviamente, um vazio. Engraçado (apenas ligeiramente engraçado), é que este vazio era maior que o espaço ocupado pelo meu coração. A ausência do som costumeiro feito por ele, num velho ritmo conhecido, era ensurdecedora, irritante até. Mas isso tudo era, digamos, suportável, talvez pela previsibilidade da física e da biologia.

Mas, confesso, a ausência espiritual foi algo quase insuportável. Digo “quase”, porque, caso ele se demorasse mais alguns segundos, eu não estaria mais à sua espera. Teria descumprido a promessa. O fato de conhecer sua ausência física agravou o vazio espiritual e potencializou todas as demais preocupações. Sim. Preocupei-me com as aventuras dele fora do meu corpo. Pensava coisas descabidas (ou não!) como: “estaria ele sentindo frio?”; “Sofrido algum arranhão”; “Encontrou-se com outros corações a vagar por aí e esqueceu o caminho de volta?” Sabe como é.  Estamos falando do MEU coração, portanto...

O que mais atordoava meus pensamentos era a expectativa acerca dos pedidos que havia feito a ele (aqueles sobre voltar “leve”, carregando apensa o que valesse a pena). Pensava na possibilidade de ele voltar mais pesado ainda ou, pior, tão leve e vazio que estranhasse o espaço que deixara em meu corpo. Por vezes seguidas perdi o sono, perdi a fome, perdi as lágrimas e o riso.

Apesar de ciente de que esta era uma experiência, acima de tudo, atemporal, na minha pele e na minha mente, ele estava fora há décadas. O que consistia mais um motivo para que ele voltasse diferente, preferencial e ousadamente do jeito que havia lhe sugerido. Mas, há um pequeno detalhe: a vontade própria do meu coração que, até então, não conhecia.

Num dado momento, quando já não suportava mais minha respiração artificial, sem profundidade, deitada de costas n aminha cama, sinto algo sobrepor-se ao meu peito como que rasgando a pele, rompendo músculos, quebrando ossos e remexendo tudo dentro de mim para acomodar-se. Ele estava de volta. E, do modo como retornou, deveríamos, no mínimo, ter um dedo de prosa (como diria minha avozinha).



Certamente, um tanto desconfortável com uma dor suave que se espalhava pelo meu corpo inteiro eu decidi iniciar a conversa. Sabia. Deveria ser direta. Tinha pressa em saber de tudo e, mais, em me livrar da angústia de conjecturar como seriam meus sentimentos de agora em diante. Primeira fala:

 - Por que chegou assim, de surpresa?

- Não me disse que precisaria de permissão para retornar.

- É. Não disse.

- Além disso, já havia feito muito mais do que me pedira que fizesse.

Este “muito mais” causou uma pontada gélida no meu umbigo. (Um-bi-go... não sinto frio no estômago como todos, mas no umbigo..., mas isso é uma outra história). Continuei o que mais parecia um interrogatório. Mas eu não queria interrogar meu coração, queria conversar com ele. Assim, decidi ser mais branda e ouvir mais do que falar.

- Pois, bem meu saudoso e amado coração, me conte tudo que viu, sentiu e ouviu.

- Primeiro, senti muito frio fora do seu peito. Não sabia o que era sentir frio. Depois, senti muita solidão, também não sabia o que era isso. A luz lá de fora quase me cegou, pois até então, só enverguei através dos seus olhos e você sempre os protegeu da luz muito forte. Para tentar entender o que estava acontecendo comigo, tracei uma estratégia de sobrevivência sem você. Aproximei-me de outros corações. Cada novo instante me apegava a um coração diferente. Às vezes, mais velho que eu, ou mais jovem, mais ou menos feliz que eu, mais ou menos apaixonado.

- Isso deve ter sido incrível pra você. Imagino que você, depois desta “longa” aventura, tenha se tornado um coração mais sábio e, conseqüentemente, tenha sido capaz de fazer tudo que lhe pedi.

- Não se engane minha querida. Estou mais sábio, sem dúvida, mas nem por isso mais capaz de atender seus pedidos.

- Como não?

- Descobri que, um coração não é tão diferente do outro assim. O que mudam são as prioridades de cada um. E, quanto a isso, você, que é meu “abrigo” e seu espírito tem uma grande parcela de responsabilidade. São vocês quem decidem o que ocupa maior espaço em nós.

- Não concordo. Muitas coisas que sinto – como as dores de amores, por exemplo – não foram escolhidas. Ninguém em sã consciência deseja sofrer de amor, deseja perder um ente querido ou padecer da dor da saudade.

- É justamente a ordem e os espaços que você estabelece para os sentimentos e para as pessoas aqui dentro que desencadeiam todas as lágrimas... Ou todos os risos. Conheci corações, cujas prioridades são as coisas. São corações embrutecidos, não tem muitos amigos e moram num corpo que não sorri, possui uma fisionomia sombria e carrancuda, acha que todos o perseguem e desconfiam de toda e de qualquer aproximação. 

Outros corações reservaram amplo espaço para a generosidade, para o amor incondicional, para a tolerância. Estes são os mais felizes. Habitam corpos sorridentes e luminosos, corpos que também choram, mas o choro justo e não medíocre ou oportuno de muitos. Estão sempre rodeados de amigos. Amigos VER-DA-DEI-ROS. Conheci também um terceiro tipo de coração, o qual considerei mais pernicioso que o primeiro: o coração indiferente. Nele há espaço para tudo e para nada. Entra e sai quem quer. Nada ali cria raízes ou deixa suas marcas boas ou ruins. Tudo nele é superficial: a cor é um vermelho descorado, não bate com força, não quer companhia. Ele não está, de verdade, habitando aquele corpo e aquela alma. Tive medo deste coração. Afastei-me logo dele.

- Isso é triste. Dói.

- Mas, enfim, quanto ao que combinamos quando parti, como disse, não depende de mim a leveza ou o peso que sente no seu peito, escolher a quem amar mais ou aquém querer menos. Porém, sinto – me feliz em retornar para teu peito.

Nesse momento, senti um aperto diferente no peito. Não era aquele aperto de angústia. Era um aperto que mais parecia um abraço. Meu coração me abraçava. E pude experimentar uma sensação ímpar de gratidão e de afeto tão fortes que não parecem deste mundo. Por fim, ele disse.


- Eis me aqui de volta. Também tenho livre arbítrio e decidi voltar para você, para seu corpo que me abriga e para seu espírito que me acolhe. Aqui sempre coube um pouco de tudo que encontrei de bom “lá fora”: generosidade, amor incondicional, paixão (embora muitas vezes, você quebre a cara, mas mostra sua ousadia), um tanto de tolerância, quase nada de ganância (o que pode até ser ruim dependendo do ponto de vista, se bem que, no momento final, seremos apenas “nós”... nada material estará conosco...). Ah!!! Estava me esquecendo. Voltei, principalmente, porque aqui ainda há espaço de sobra pra você acomodar muitos outros sentimentos e pessoas... Quanto a mim, posso prometer ajudá-la. Serei seu guardião. Sempre que alguma mágoa quiser se alojar aqui dentro, tratarei de expulsá-la. O rancor, o desamor, o egoísmo e todos os sentimentos que minam “nossa casa terrena” e que impedem que perdoemos que amemos desinteressadamente e que vivamos plenamente não encontrarão moradia aqui... E olha que não será tarefa fácil. Mas, aprendi a te amar e farei isso por NÓS!

- De minha parte, também farei uma promessa. Manterei meu corpo em festa. Assim como havia prometido quando você partiu. Com muitas cores  e muito brilho no olhar. Pedirei o mesmo ao meu espírito. Sei das dificuldades de cumprir tal promessa, mas é aí que reside o desafio. Você voltou por amor a mim. E farei isso por amor a todos aqueles que se aproximarem. Creio que estaremos bem assim... Não acha?

- Só mais um pedido... Posso?

- Todos!



- Não me peça mais para deixar teu corpo, apenas cuide de mim, do seu espírito e, aí sim, estaremos bem!

OBS. Artigo escrito originalmente em 21/11/2011.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

MEU CORAÇÃO FOI PASSEAR (Parte I) - MY HEART WAS WALK (Part I)

POR MARI MONTEIRO



Sabe aqueles dias em que o peito vai encolhendo desde cedo até a noite... Encolhendo até parecer não mais caber o que tem lá dentro? Então... passam das nove horas da noite e tá tudo muito apertado lá dentro. Decidi entrar pra tentar ver o que acontece... mas não há espaço por onde eu possa caminhar. Ele ficou mais apertado ainda enquanto lá estive. Saí. Do lado de fora do meu peito, procuro, mais precisamente, desde a noite passada, as causas de tal aperto... cheguei a comentar com uma pessoa ontem a noite: "Meu coração está apertado". 

Depois, pensei bem, senti bem... e essa expressão não tem muita razão de ser. Arriscando um prognóstico (um tanto aleatório às coisas das ciências, mas totalmente afim às coisas do espírito), o coração não está apertado, ele está "solto demais", tanto que não cabe no peito... Daí o tal do aperto, como um cômodo  em que você vai colocando coisas e mais coisas... Eis meu coração sem lugar. Ele quer sair e voar... subir até o céu e respirar. Sei que depois ele volta. Já dei permissão e nem marquei a hora da volta, contanto que ele regresse melhor. Fiz apenas um pedido a ele: que volte pro meu peito (que a propósito, fica no meu corpo, portanto somos cúmplices... e isso é, sim, uma chantagem...) trazendo apenas aquilo de que realmente  prescinde.  Pedi que deixe por onde passar toda opressão,  os nomes e os rostos que ainda teima em lembrar, mas que há tampos nos esqueceram..., todo medo, dores, dissabores e o que mais ele julgar prejudicial para nossa reconciliação. Sim. Ao meu coração dei livre arbítrio. Em contrapartida, prometi a ele uma festa para seu regresso: um corpo com mais cores, com mais leveza, com mais segurança e mais espaço para todos os outros sentimentos e novidades que virão.

Continuo aqui, esperando que ele ouça meu pedido. Sei que o convenci de que esse passeio será bom para nós dois. mas sinto também que ele tem medo de me deixar, afinal ele nunca foi tão livre e nunca nos separamos (nem por um segundo!!! rsrs)  





Confesso, também sentirei falta dele... mas será um passeio fugaz, como alguém que vai à tona para respirar e retorna para novas buscas no fundo do mar. Além disso, nós dois sabemos a causa desta "expansão" toda, ambos somos culpados: deixamos entrar muita coisa pelo simples fato de não estabelecermos critérios. Mas, esta é uma outra conversa que teremos após o passeio. Até lá, fico aqui à mercê do resultado do passeio do meu coração e do seu regresso breve e leve pro meu peito que anseia por espaço pra acomodar todas as descobertas felizes que tenho pra fazer.  

Quanto ao que virá depois, prometo contar o desfecho na parte II. Juro! juro! E de dedinhos separados.

Obs. artigo escrito originalmente em 02/11/2011.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

AOS MEUS AMIGOS DO ENSINO MÉDIO: UM BRINDE POR TUDO QUE NOS TORNAMOS. (TO MY HIGH SCHOOL FRIENDS : A TOAST FOR ALL IN BECOME)

POR MARI MONTEIRO



ESCOLHAS que doem. Muito. Doem tanto, que me vejo na obrigação de justificar uma delas neste artigo. Não se trata de nenhum dramalhão; mas de fazer jus a tudo aquilo em que acredito e que sempre discursei em sala de aula. Isso não é, de forma alguma, uma atitude egoísta ou de autopiedade. Ao contrário, é um ato de coragem e de respeito. Coragem, porque exponho o que fiz e o que faço sem rodeios. E de respeito, porque meus alunos MERECEM entender minha atitude.


Como educadora, muito mais por conta própria e por intuição, do que por pesquisas científicas e leituras acerca dos grandes educadores, acredito que o APRENDIZADO SÓ ACONTECE QUANDO EXISTEM VÍNCULOS AFETIVOS ENTRE PROFESSORES E ALUNOS. Não entendam “vínculos afetivos” como sinônimo de “paternalismo”, “assistencialismo” ou qualquer termo equivalente; entendam como RESPEITO MÚTUO; HUMANIZAÇÃO; DIÁLOGO E POSSIBILIDADES DE AMADURECIMENTO E DE TRANSFORMAÇÃO.

Quando ministro aulas, me coloco no lugar do aluno: Como gostaria de ser tratada? O que gostaria de aprender? O que é relevante (e sempre será)? O que faz a diferença? Neste sentido, sempre planejei minhas aulas de modo a PRIORIZAR DETERMINADOS CONTEÚDOS e AÇÕES. E, definitivamente, fornecer decorar listas, nomes e datas nunca foram prioridade nas minhas aulas. Afinal, O GOOGLE EXISTE PARA ISSO: fornecer informações; logo, eu devo fazer algo mais útil com meus alunos. Tratar as informações; por exemplo; questionar; despertar desejos por outras apropriações de conhecimento... Enfim, meu papel não é apenas ler junto, mas conhecer o que por trás de tudo que lemos. É a TRANSFORMAÇÃO DA INFORMAÇÃO EM CONHECIMENTO.


Daí eu ser uma professora “diferente”. Para algumas pessoas, aquelas que conhecem (ou conheceram) BEM DE PERTO meu trabalho, isso é bom; para quem só vê de longe, isso é péssimo. Já ouvi tantas frases assim: “Pra que isso?”; “Pra que filme? Só pode ser pra enrolar!”; “Pra que ensinar o aluno a argumentar, depois, ele vira um achato?”.


Não lamento, ESTA SOU EU. E isso explica porque estou vivendo um MOMENTO TÃO DIFÍCIL, ao “deixar” boa parte do Ensino Médio este ano. Não estou me distanciando de alunos; mas de AMIGOS! Pessoas com as quais me relacionei por um tempo significativo; pessoais com quais vivenciei muitos momentos importantes.


Nossas aulas NUNCA foram apenas aulas. Escrever – ler – estudar – responder. Isto é um ciclo contínuo, vicioso e PERNICIOSO, que faz com que andemos em círculos. Minha preocupação sempre foi (e será!), aprender junto com o meu aluno, com o objetivo de favorecer a autonomia da busca (movida pelo desejo, claro), de mudar comportamentos (eu mudo muito e sempre), de compreender meu papel nesse mundo caótico e de combater, na medida do possível a indiferença.


Para tentar alcançar meus objetivos, talvez NÃO MUITO ORTODOXOS na visão de alguns, a gente (eu e meus alunos) não nos prendíamos aos livros. TODAS AS INFORMAÇÕES DOS LIVROS ESTÃO DISPONÍVEIS NOS SITES. Então, procurávamos, no material didático, tudo aquilo que fosse possível “LINCAR” com nosso tempo, com nossas NECESSIDADES DE APRENDIZADO. Para isso, ouvíamos músicas; assistíamos filmes; promovíamos debates; registrávamos nossas considerações, em forma de produções textuais e, depois, em forma de NARRATIVAS DIGITAIS  aqui no blog; socializávamos nossos pensamentos; agregávamos valores aos fatos.  


É, inclusive,  por conta destes momentos que lamento deixar as aulas. Ato, no momento, inevitável. Tive que respeitar meus limites e priorizar algumas “coisas” como minha saúde emocional, por exemplo. Sempre digo que as melhores coisas da vida não estão à venda. E era justamente isso que estava em jogo: minha capacidade de sorrir; o trabalho por prazer; a disposição que move corpo e mente...  E, quanto ao que se compra com trabalho honesto, cabe dizer que o salário que PRECISA, EM TODAS AS INSTÂNCIAS E EM TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS, SER JUSTO.

Assim, saibam que sentirei muita falta das conversas (aprendi muito com vocês...); da presença de vocês aqui no blog; de cada filme assistido; de cada conversa particular (por que não?) e, principalmente, dos sorrisos e das lágrimas; das TROCAS DE OLHARES que acabavam com perguntas recíprocas como: “Você está bem?”; “As coisas melhoraram?”... Porque a gente aprendeu, com o tempo, a SE IMPORTAR UNS COM OS OUTROS. Saibam que continuarei me importando. Sempre!

Com afeto, Mari

Seguem alguns dos nossos momentos juntos!!! Bendita seja a fotografia (rsrsrs)



















































































































































































segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

PEDIDOS E PROMESSAS AO MEU ANJO DE GUARDA... Porque agradecer também se aprende. (REQUESTS AND PROMISES TO MY GUARDIAN ANGEL ... As a thank also learn.)

POR MARI MONTEIRO




Meu Anjo de Guarda, FIQUE comigo...SUSSURRE aos meus ouvidos palavras de ordem.SOPRE minhas feridas com o bater de suas asas.LEVANTE meu corpo com seus braços fortes.TRAGA até mim o que não consigo apenas com meus esforços.


UNA-se a mim rumo ao que julgar mais acertado.DIVIDA  comigo a sua luz...E, então, poderá ver e sentir minhas forças...Estarei pronta para ver todos os seus sinais e para seguir meus instintos...


FIQUE comigo... ficar sem você é como morrer muitas vezes antes do final. É não dormir apesar do cansaço... e ter pesadelos no lugar dos sonhos... É ter uma vontade intermitente de fugir para LONGE DO MEU LUGAR...


Em troca, de mãos dadas com você, prometo NÃO ESMORECER; cultivar a humildade e nutrir cada vez mais afeto pelas pessoas e pela vida. Por isso, meu anjo, FIQUE... fique comigo!



Ps. Escrito originalmente em  07/11/2011... As preces
são ATEMPORAIS.

De acordo com minha data de nascimento (17 de março), meu Anjo de Guarda chama-se Haiael. 


Confira o seu Anjo de Guarda na tabela  abaixo:




ANJOS
DATAS DE NASCIMENTO
DIAS
HORAS
01 - Veluiah
06 Jan -20 Mar - 01 Jun - 13 Ago - 25 Out
3ª Feira
00:00 à 00:20
02 - Jeliel
07 Jan -21 Mar - 02 Jun - 14 Ago - 26 Out
3ª Feira
00:20 à 00:40
03 - Sitael
08 Jan -22 Mar - 03 Jun - 15 Ago - 27 Out
Domingo
00:40 à 01:00
04 - Elemiah
09 Jan -23 Mar - 04 Jun - 16 Ago - 28 Out
Domingo
01:00 à 01:20
05 - Mahasiah
10 Jan -24 Mar - 05 Jun - 17 Ago - 29 Out
6ª Feira
01:20 à 01:40
06 - Leiabel
11 Jan -25 Mar - 06 Jun - 18 Ago - 30 Out
6ª Feira
01:40 à 02:00
07 - Acaiah
12 Jan -26 Mar - 07 Jun - 19 Ago - 31 Out
4ª Feira
02:00 à 02:20
08 - Cahethel
13 Jan -27 Mar - 08 Jun - 20 Ago - 01 Nov
4ª Feira
02:20 à 02:40
09 - Haziel
14 Jan -28 Mar - 09 Jun - 21 Ago - 02 Nov
2ª Feira
02:40 à 03:00
10 - Aladiah
15 Jan -29 Mar - 10 Jun - 22 Ago - 03 Nov
2ª Feira
03:00 à 03:20
11 - Laoviah
16 Jan -30 Mar - 11 Jun - 23 Ago - 04 Nov
Sábado
03:20 à 03:40
12 - Hahahiah
17 Jan -31 Mar - 12 Jun - 24 Ago - 05 Nov
Sábado
03:40 à 04:00
13 - Yesalel
18 Jan - 01 Abr - 13 Jun - 25 Ago - 06 Nov
5ª Feira
04:00 à 04:20
14 - Mehabel
19 Jan - 02 Abr - 14 Jun - 26 Ago - 07 Nov
5ª Feira
04:20 à 04:40
15 - Hariel
20 Jan - 03 Abr - 15 Jun - 27 Ago - 08 Nov
3ª Feira
04:40 à 05:00
16 - Hekamiah
21 Jan - 04 Abr - 16 Jun - 28 Ago - 09 Nov
3ª Feira
05:00 à 05:20
17 - Lauviah
22 Jan - 05 Abr - 17 Jun - 29 Ago - 10 Nov
Domingo
05:20 à 05:40
18 - Caliel
23 Jan - 06 Abr - 18 Jun - 30 Ago - 11 Nov
Domingo
05:40 à 06:00
19 - Leuviah
24 Jan - 07 Abr - 19 Jun - 31 Ago - 12 Nov
6ª Feira
06:00 à 06:20
20 - Pahaliah
25 Jan - 08 Abr - 20 Jun - 01 Set - 13 Nov
6ª Feira
06:20 à 06:40
21 - Nelcael
26 Jan - 09 Abr - 21 Jun - 02 Set - 14 Nov
4ª Feira
06:40 à 07:00
22 - Ieiael
27 Jan - 10 Abr - 22 Jun - 03 Set - 15 Nov
4ª Feira
07:00 à 07:20
23 - melahel
28 Jan - 11 Abr - 23 Jun - 04 Set - 16 Nov
2ª Feira
07:20 à 07:40
24 - Haheuiah
29 Jan - 12 Abr - 24 Jun - 05 Set - 17 Nov
2ª Feira
07:40 à 08:00
25 - Nith-Haiah
30 Jan - 13 Abr - 25 Jun - 06 Set - 18 Nov
Sábado
08:00 à 08:20
26 - Haaiah
31 Jan - 14 Abr - 26 Jun - 07 Set - 19 Nov
Sábado
08:00 à 08:40
27 - Ieratel
01 Fev - 15 Abr - 27 Jun - 08 Set - 20 Nov
5ª Feira
08:40 à 09:00
28 - Seheiah
02 Fev - 16 Abr - 28 Jun - 09 Set - 21 Nov
5ª Feira
09:00 à 09:20
29 - Reyel
03 Fev - 17 Abr - 29 Jun - 10 Set - 22 Nov
3ª Feira
09:20 à 09:40
30 - Omael
04 Fev - 18 Abr - 30 Jun - 11 Set - 23 Nov
3ª Feira
09:40 à 10:00
31 - Lecabel
05 Fev - 19 Abr - 01 Jul - 12 Set - 24 Nov
Domingo
10:00 à 10:20
32 - Vasahiah
06 Fev - 20 Abr - 02 Jul - 13 Set - 25 Nov
Domingo
10:20 à 10:40
33 - Iehuiah
07 Fev - 21 Abr - 03 Jul - 14 Set - 26 Nov
6ª Feira
10:40 à 11:00
34 - Lehahiah
08 Fev - 22 Abr - 04 Jul - 15 Set - 27 Nov
6ª Feira
11:00 à 11:20
35 - Cavaquiah
09 Fev - 23 Abr - 05 Jul - 16 Set - 28 Nov
4ª Feira
11:20 à 11:40
36 - Menadel
10 Fev - 24 Abr - 06 Jul - 17 Set - 29 Nov
4ª Feira
11:40 à 12:00
37 - Aniel
11 Fev - 25 Abr - 07 Jul - 18 Set - 30 Nov
2ª Feira
12:00 à 12:20
38 - Haamiah
12 Fev - 26 Abr - 08 Jul - 19 Set - 01 Dez
2ª Feira
12:20 à 12:40
39 - Rehael
13 Fev - 27 Abr - 09 Jul - 20 Set - 02 Dez
6ª Feira
12:40 à 13:00
40 - Ieiazel
14 Fev - 28 Abr - 10 Jul - 21 Set - 03 Dez
6ª Feira
13:00 à 13:20
41 - Hahahel
15 Fev - 29 Abr - 11 Jul - 22 Set - 04 Dez
5ª Feira
13:20 à 13:40
42 - Mikael
16 Fev - 30 Abr - 12 Jul - 23 Set - 05 Dez
5ª Feira
13:40 à 14:00
43 - Veuliah
17 Fev - 01 Mai - 13 Jul - 24 Set - 06 Dez
3ª Feira
14:00 à 14:20
44 - Yelaiah
18 Fev - 02 Mai - 14 Jul - 25 Set - 07 Dez
3ª Feira
14:20 à 14:40
45 - Sealiah
19 Fev - 03 Mai - 15 Jul - 26 Set - 08 Dez
Domingo
14:40 à 15:00
46 - Ariel
20 Fev - 04 Mai - 16 Jul - 27 Set - 09 Dez
Domingo
15:00 à 15:20
47 - Asaliah
21 Fev - 05 Mai - 17 Jul - 28 Set - 10 Dez
6ª Feira
15:20 à 15:40
48 - Mihael
22 Fev - 06 Mai - 18 Jul - 29 Set - 11 Dez
6ª Feira
15:40 à 16:00
49 - Vehuel
23 Fev - 07 Mai - 19 Jul - 30 Set - 12 Dez
4ª Feira
16:00 à 16:20
50 - Daniel
24 Fev - 08 Mai - 20 Jul - 01 Out - 13 Dez
4ª Feira
16:20 à 16:40
51 - Hahasiah
25 Fev - 09 Mai - 21 Jul - 02 Out - 14 Dez
2ª Feira
16:40 à 17:00
52 - Imamaiah
26 Fev - 10 Mai - 22 Jul - 03 Out - 15 Dez
2ª Feira
17:00 à 17:20
53 - Nanael
27 Fev - 11 Mai - 23 Jul - 04 Out - 16 Dez
Sábado
17:20 à 17:40
54 - Nithael
28 Fev - 12 Mai - 24 Jul - 05 Out - 17 Dez
Sábado
17:40 à 18:00
55 - Mebahiah
01 Mar - 13 Mai - 25 Jul - 06 Out - 18 Dez
5ª Feira
18:00 à 18:20
56 - Poiel
02 Mar - 14 Mai - 26 Jul - 07 Out - 19 Dez
5ª Feira
18:20 à 18:40
57 - Nemamiah
03 Mar - 15 Mai - 27 Jul - 08 Out - 20 Dez
3ª Feira
18:40 à 19:00
58 - Ieialel
04 Mar - 16 Mai - 28 Jul - 09 Out - 21 Dez
3ª Feira
19:00 à 19:20
59 - Harahel
05 Mar - 17 Mai - 29 Jul - 10 Out - 22 Dez
Domingo
19:20 à 19:40
60 - Mitzrael
06 Mar - 18 Mai - 30 Jul - 11 Out - 23 Dez
Domingo
19:40 à 20:00
61 - Umabel
07 Mar - 19 Mai - 31 Jul - 12 Out - 24 Dez
6ª Feira
20:00 à 20:20
62 - Iah-Hel
08 Mar -20 Mai - 01 Ago -13 Out - 25 Dez
6ª Feira
20:20 à 20:40
63 - Anauel
09 Mar -21 Mai - 02 Ago -14 Out - 26 Dez
4ª Feira
20:40 à 21:00
64 - Mehiel
10 Mar -22 Mai - 03 Ago -15 Out - 27 Dez
4ª Feira
21:00 à 21:20
65 - Damabiah
11 Mar -23 Mai - 04 Ago -16 Out - 28 Dez
2ª Feira
21:20 à 21:40
66 - Manakel
12 Mar -24 Mai - 05 Ago -17 Out - 29 Dez
2ª Feira
21:40 à 22:00
67 - Ayel
13 Mar -25 Mai - 06 Ago -18 Out - 30 Dez
Sábado
22:00 à 22:20
68 - Habuhiah
14 Mar -26 Mai - 07 Ago -19 Out - 31 Dez
Sábado
22:20 à 22:40
69 - Rochel
15 Mar -27 Mai - 08 Ago -20 Out - 01 Jan
5ª Feira
22:40 à 23:00
70 - Yabamiah
16 Mar -28 Mai - 09 Ago -21 Out - 02 Jan
5ª Feira
23:00 à 23:20
71 - Haiaiel
17 Mar -29 Mai - 10 Ago -22 Out - 03 Jan
3ª Feira
23:20 à 23:40
72 - Mumiah
18 Mar -30 Mai - 11 Ago -23 Out - 04 Jan
3ª Feira
23:40 à 00:00

OBS. Se,  ao consultar a tabela, não encontrou o seu anjo, então você é muito especial , por acaso seu aniversário é em uma dessas datas :( 05 Jan - 19 Mar - 31 Mai - 12 Ago - 24 Out ), então você é um " Gênio da Humanidade " e não tem um Anjo da Guarda, pois já possui uma essência angelical adquirida em outras vidas. A sua presença física no meio em que vive já é suficiente para afastar o gênio contrário, seu pedido poderá ser feito ao anjo de sua escolha,que estará pronto a atendê-lo.






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