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EDUCAR É, ANTES, SENTIR... E TODOS SÃO CAPAZES DISSO.

domingo, 31 de março de 2013

ATÉ QUANDO?

Por Mari Monteiro
Quando vi esta imagem, a primeira coisa que fiz foi ficar paralisada por alguns minutos. Depois, , me senti mal (DE NOVO!!!), porque isso já virou um "déjà vu" na educação. TODO MUNDO sabe o que  acontece. Sabe também que as agressões verbais (que também doem!!!) são constantes... e as mortes??? Daí a OBVIEDADE do título deste artigo. E quem pode responder a pergunta: "Até quando?" eu, você, os alunos, os professores que são agredidos das mais variadas formas, as autoridades (aliás, autoridades em que mesmo???). 


E, por falar em AUTORIDADES EM EDUCAÇÃO, quem são vocês caras pálidas que se escondem atrás das portas de seus gabinetes? Distantes  dos palavrões, dos xingamentos, das ofensas, das agressões e de toda sorte de descasos que sofremos em sala de aula? De que lado estão? Tais questionamentos advém do fato de que esse tipo de notícia já se tornou comum (isso quando é veiculada pela mídia que, afinal de contas, tem coisas mais importantes para noticiar..."coisas" que desviem o foco de nós mesmos, que faça com que nos acostumemos com nosso próprio sofrimento), o que fortalece o "NÃO - ASSOMBRO". 



Tenho muito medo de que nos acostumemos com cenas e fotos relacionadas à profissão docente... porque às outras formas de violência já tomaram o seu lugar na sociedade: o "lugar - comum"...



Enfim, quero muito saber o que acontecerá com o agressor (independentemente de sua idade. FODA-SE  o ECA! A Constituição não funciona mesmo...). E se fosse sua mãe?

domingo, 24 de março de 2013

APENAS PARA LEMBRAR...

Por Mari Monteiro
Há tempos que o educador vem sendo ludibriado com "agradinhos" aqui e acolá. Lamento informar às autoridades que ainda não perceberam (e não o fizeram porque se fazem de cegas, surdas e mudas!) que o professor  quer e NECESSITA  é DIGNIDADE!. O que começa com um salário JUSTO, porque, como todo trabalhador HONESTO (o que não inclui determinados políticos, que trabalham pouco e ganham muito...) o professor precisa morar minimamente bem  e suprir as necessidades básicas de sua família. Além disso, precisa de TEMPO. Planejar boas aulas pressupõe pesquisas, pesquisas pressupõe tempo. Tempo este que não existe, pois já que o salário não é digno, é preciso que trabalhar em mais de uma escola. 




Os professores que não gostam de falar sobre os seus salários que me desculpem, mas... das duas uma: ou trabalham por diversão (não acredito nisso), ou são sustentados pela família (conheço alguns, cujo dinheiro é só para os próprios gastos particulares); ou seja, não arcam com despesas como contas de LUZ, ÁGUA, TELEFONE, ALIMENTAÇÃO, MORADIA, SAÚDE, TRANSPORTE... SEM CONTAR A COMPRA DE LIVROS (isso seria luxuoso demais!!!).




E a mídia continua mostrando escolas  de primeiro mundo. Por acaso seu filho já estudou numa destas? Você já trabalhou numa destas? Quantas assim existem na sua cidade??? Enfim, NÃO ADIANTARÁ "INAUGURAR" MEIA DÚZIA DE ESCOLAS EM TEMPO INTEGRAL ( para inglês ver), SE O PROFESSOR NÃO ESTIVER INTEIRO...


quinta-feira, 21 de março de 2013

AS REDES SOCIAIS E A HUMANIZAÇÃO DAS RELAÇÕES

por Mari Monteiro

O trato entre as pessoas, tal como as quase instantâneas mudanças sociais, tem sofrido modificações  EXTREMAS INTENSAS  e  TENSAS. Obviamente, o ser humano está sempre “SENDO” (deveria até existir uma ciência para tratar disso: a “SENDOLOGIA” conforme sugeriu, numa palestra, o professor Doutor José Eustáquio Romão) e, por isso, muda constantemente de comportamento. Então, QUAL É O PROBLEMA? Se pensarmos apenas em termos de evolução, transformação e amadurecimento, tudo certo. Contudo, não é apenas isso que acontece. Os indivíduos, em geral, estão, em primeiro lugar, sem referências (BOAS REFERÊNCIAS) na  arte, na música, na Literatura; não por falta de opções (se garimparmos encontraremos bons alimentos para a alma), mas por falta de critérios para seleção. O acesso à arte de um modo geral nunca foi tão intenso e fácil; no entanto, boa parte da população; sobretudo, os jovens, não sabem selecionar. 

Em segundo lugar, há a questão das relações virtuais, o que não é de todo ruim, ao contrário, elas oferecem muitas oportunidades de interação que, talvez, pessoalmente, o indivíduo não fosse capaz de efetivá-las. Mas, como tudo na vida, este aspecto tem dois lados (ou mais, se analisarmos mais profundamente).

 Daí, a necessidade de abordar, a princípio, os aspectos negativos advindos deste tipo de relação social. Os jovens tem perdido a habilidade (e pensar que as gerações futuras sequer perderão esta habilidade, pois não a terão CONHECIDO...) de relacionar-se “DE PERTO”: olhos nos olhos, diálogos sem pressa. Isso porque tudo no mundo virtual é muito IMEDIATISTA. Esta instantaneidade é trazida para o mundo real. Há uma urgência em tudo que fazem: Falam rápido demais; não tem paciência para ouvir; não tem interesse pela leitura, pois se habituaram à comodidade dos “TEXTOS IMAGÉTICOS”, onde tudo está pronto. A imaginação não tem o trabalho de criar, porque alguém já criou o cenário, as cores... Tudo. Diferentemente de um livro que o indivíduo lê e  a imaginação trabalha para construir cenas, cores e aromas, o que exige serenidade, tempo e inventividade “ROUBADAS” pelas imagens  PRONTAS.

 Todos estes aspectos refletem quase sempre de forma negativa, por exemplo, NA SALA DE AULA, principalmente quando se trata de ouvir as explicações, ler textos considerados mais complexos, usar um tom de voz mais adequado com colegas e professores. Na hora de escrever, FALTAM PALAVRAS e  as poucas que surgem são “pobres”, repetitivas e escassas. Para a maioria dos estudantes, é quase um parto elaborar uma redação de vinte linhas. No âmbito familiar, tais condutas contribuem para o isolamento entre as pessoas. Então, o que fazer? EQUILÍBRIO é a resposta. As redes sociais, por exemplo, quando bem utilizadas, constituem uma excelente plataforma para a manifestação de ideias e para a conscientização acerca das questões políticas e sociais. COMO FAZER ISSO? É necessário que existam inferências constantes por parte da FAMÍLIA e da ESCOLA. À escola cabe, por exemplo, solicitar o uso de ferramentas que possibilitem aos alunos praticar uma boa leitura, elaborar e registrar reflexões e APRENDER A FILTRAR o que é lido. 

Outro aspecto a ser abordado é o fato de que as relações travadas no âmbito familiar refletem diretamente na sala de aula. Ouvi algo curioso de um amigo. Segundo ele, numa tarde de domingo, não havia ninguém vendo TV na sala. Ao andar pela casa, percebeu que estava cada um no seu quarto, assistindo sua própria TV e – o mais grave – todos estavam vendo o mesmo programa; ou seja, este tempo de interação foi substituído pelo ISOLAMENTO e, consequentemente, pelo diálogo acerca do que foi visto. Fato é que NADA SUBSTITUI UMA BOA CONVERSA, um AFAGO nos cabelos, um ABRAÇO. 

Mas, por outro lado, é preciso admitir que o FASCÍNIO que a internet (e a mídia em geral) exerce sobre nós é “viciante”. Chega a ser uma batalha desigual tanto para a família como para a escola.  Este é o típico caso em que cabe um antigo dito popular: “Se não pode com eles, junte-se a eles.” A questão é COMPARTILHAR e REFORÇAR os aspectos positivos e COMBATER os negativos, através, por exemplo, da aprendizagem e prática de alertas contra golpes e pedofilias; seleção dos conteúdos postados (o que nada tem a ver com censura da liberdade de expressão, mas sim com a SELETIVIDADE); ou seja, os usuários (nossa! O próprio termo “usuários” remete-nos a alguma espécie de vício...) das redes sociais devem ter consciência da utilidade de suas postagens. É bom ver um post engraçado e dar risada em frente à tela, mas não é nada engraçado se deparar com posts de cunho racista ou preconceituoso.

 Enfim, absolutamente nada contra as redes sócias, faço parte de várias. Nem por isso perco as oportunidades de interagir pessoalmente. Não abro mão do olho no olho, de longas conversas e do contato físico. Sei que pode parecer que, para o adulto, isso é fácil. Sim, a maturidade ajuda. Mas se a escola e a família se unirem para esclarecer os prós e os contras (que, a propósito, são infinitamente menores que os prós), as crianças e os adolescentes poderão ser (RE) educados para aprimorar suas relações sociais, tornando-as mais humanas e mais próximas. O uso da tecnologia em prol da HUMANIZAÇÃO DAS RELAÇÕES é possível! Há muita poesia e generosidade “nas redes”, basta garimpar e tomar para si apenas o que for capaz de nos tornar INTELIGENTEMENTE MAIS AMOROSOS  e menos indiferentes...

segunda-feira, 18 de março de 2013

“HORÁRIO” DE BORDO SOBRE UMA VIAGEM QUE NINGUÉM DEVERIA FAZER


Por Mari Monteiro

São 9h31.  Estou aqui no Pronto Socorro do Hospital Nardine, em Mauá. Não me agrada os anonimatos por isso arriscam-me a dar o nome. Acabei de assinar minha ficha.  Soube que o tempo de espera varia entre 4 e 5 horas.

São 10h40. Já vi de um tudo por aqui; SAMU com pessoas atropeladas, filho com surtos psicóticos que espancaram a mãe, pacientes desmaiando e voltando a si por conta do acaso... Nenhum médico à vista.  Apenas as recepcionistas que, compadecidas, fazem o que podem. “Mas e a vida? E a vida o que é? Diga lá meu irmão” (Já dizia Gonzaguinha). No momento em que estes versos me vêm à cabeça, penso: "A VIDA SÓ VALE PARA QUEM A VIVE, QUANDO VIVE.” Para os outros, neste caso para as AUTORIDADES QUE GERENCIAM A SAÚDE (melhor dizendo, que gerenciam a doença da saúde pública), não vale muita coisa.


São 11h35. Escrevo, para não surtar, no verso de algumas páginas de um livro  que trouxe para ler. Isso para não expressar, literalmente, minha indignação e ser tomada como louca, pois neste país a maioria perdeu as forças acomodou, desistiu. Então, escrevo. O que mais fazer? ACEITEI O TEMPO DE ESPERA. NÃO TINHA OPÇÃO. Posso esperar, muito embora uma das piore sensações  do mundo (para mim) seja sentir o tempo se esvaindo em vão. Não sei como farei para não sucumbir à espera. Se colocar os fones de ouvido, talvez não ouça quando me chamarem. Leio mais um pouco e logo fico entediada. Não escolhi bem o livro. O autor fala de coisas que já li e fiz  muitas vezes na vida. Olho para as pessoas e empalideço de tristeza e de desconforto. O cheiro do lugar me dá náuseas.
Parte crucial: estou sentada (ainda, pois logo darei o lugar a alguém, está ficando cheio) em frente a uma placa com o seguinte slogan: “GESTÃO AMOR PELA CIDADE”. Será ironia ou será para “tirar uma onda com nossa cara mesmo, penso. Isso é um pronto socorro e, até onde sei, “pronto” é sinônimo de ligeiro, imediato...

São 12h40.  Aviso a recepcionista que, por conta das minhas queimaduras de 2º grau, não devo ficar muito tempo exposta num ambiente hospitalar e pergunto se até as 14h há possibilidade de atendimento. Fiquei animada. Ela disse que só havia duas pessoas na minha frente; mas alertou: há as urgências, as internações, os SAMUs que não param de chegar e (PASMEM!) tudo isso por conta de apenas UMA PROFISSIONAL que, a propósito é uma EXCELENTE profissional. Aguenta isso há tempos. E nunca a vi maltratar ninguém. Daí  eu reforço: A CULPA É DA TAL “GESTÃO AMOROSA”... Lembram do slogan?

São 13h31. Acabo de voltar do toalete (aliás, termo muito pomposo para o que vi: Não havia higiene, papel higiênico, toalhas para secar as mãos e nem lâmpada...). Tento adiantar algumas coisas por telefone. Recebi vários telefonemas de pessoas que pensaram que eu havia ficado internada devido a demora.
Neste momento ( se é que já não o fez) se pergunta: “POR QUE POSTAR ESTE ARTIGO NUM BLOG DE EDUCAÇÃO?”. Resposta óbvia: Saúde e Educação são DIREITOS BÁSICOS garantidos na Constituição Federativa do Brasil. Quanto a serem CUMPRIDOS, é uma outra história. Além disso, saúde educação são requisitos básicos para o desenvolvimento físico e intelectual do cidadão. E, por falar em cidadão, lembrei-me da Ouvidoria que me ouvirá muito em breve. Tem mais. Quanto maior o grau de instrução, maior a busca pelos seus direitos e pela compreensão destes. Mesmo porque, raros são os sujeitos que possuem em casa um exemplar da Constituição e se dispõem à leitura e à compreensão dos mesmos. Ora, é tudo uma questão de educação; sobretudo da educação formal, que se propõem a formar cidadãos... Um bom começo é o estudo de seus direitos e deveres. Decidi também que vou postar este artigo no site da Prefeitura, da Secretaria da Saúde e a quem mais possa interessar... Embora ainda acredite que deva interessar mais a nós mesmo: aqueles que necessitam de um serviço público de QUALIDADE, mas que AINDA NÃO APRENDEU a reivindica-lo. Independentemente do resultado das postagens, é uma ação que representa minha indignação... Hoje tão à flor da pele.

 

São 14h31. Acabo de voltar da Ouvidoria do Hospital. Decisão solitária. Fui muito bem recebida por uma senhora elegante chamada Auxiliadora (aliás, nome propício para o cargo. Disse isso a ela.). De forma educada e polida, após minha narrativa, orientou que eu fizesse a reclamação por escrito.  Achei pertinente, pois as autoridades do município devem achar que está tudo bem por aqui. Uma das coisas que me lembro de ter dito a ela é que a maioria dos munícipes, inclusive eu, sequer sabe o nome do “novo” Secretario da Saúde, dirá lutar pelos seus direitos enquanto pacientes. (mais uma vez, questões ligadas à cidadania e à EDUCAÇÃO). Não feliz com isso, voltando para a recepção, fiz uma breve pesquisa e nenhuma das pessoas, por mim indagadas, sabe o nome do Secretário. Saberei assim que consultar o site. Assumo minha culpa.
Nesta altura, o cenário era outro: alguns foram embora; pessoas há mais de cinco horas sem comer... Tudo isso agravado pelo fato de que a “SAÚDE MENTAL” do município deixou, do dia para a noite de atender aproximadamente sete mil pacientes.  Tratamentos interrompidos, como se fôssemos objetos descartáveis. Outra semelhança entre SAÚDE e EDUCAÇÃO: OBJETOS SÃO RECICLÁVEIS, PESSOAS NÃO!


São 15h30.  E ainda espero... Esperamos. Observo fisionomias distintas: faces frias e cansadas; agoniadas; pálidas e outras indescritíveis. E a Senhora Secretária da Saúde de Mauá,  (desculpe-me, não sei o seu título) Lumena Furtado,o que estará fazendo a esta hora? Já deve ter almoçado (e bem!); tomado seu café da tarde e deve estar sentada confortavelmente em seu gabinete.

São 16h29. Voltamos da ouvidoria (desta vez, umas dez pessoas me acompanharam, o restante... como já disse, ficou acomodado, cansado em suas cadeiras...). Recebemos a seguinte notícia: “ Quem quiser esperar será atendido, quem não puder, tem outras opções que, segundo os presentes até sexta –feira, não existiam.

São 17h30.  Esperando... Já nem me lembro do que comi na padaria. Seja lá o que foi não me fez bem. Agora não é mais apenas indignação. É INDIGNAÇÃO, HUMILHAÇÃO, FOME, FRIO e... DOR.

São 17h45. Eis que surge a Doutora Alessandra... Parece um sonho. Educada e serena, como sempre, começa a chamar os pacientes. Foi necessário mesmo TER MUITA EDUCAÇÃO para não proferir mais de uma dúzia de palavrões. Não que isso adiantasse a consulta, mas evitaria um possível infarto. Além disso, as pessoas lá presentes mereciam ouvir este tipo de coisa...

 São 18h30.  Após NOVE HORAS DE ESPERA (mais que um dia de trabalho!), deixo o “PRONTO” Socorro do Hospital, pronta para rezar muito para não precisar voltar tão cedo...
  

quarta-feira, 13 de março de 2013

ARMAS NA SALA DE AULA???

Por Mari Monteiro
Recebi uma sugestão de tema para o blog do meu caro amigo Professor Flavio Cesar Novo acerca da seguinte notícia: “Nos EUA, professores tem aula de tiro para treinar suas pontarias. O medo toma conta de docentes e alunos”, veiculada pela BBC em 12/03/2013.  (vide link) Fato: caso não nos ocupemos com a HUMANIZAÇÃO das relações sociais e com a “SAÚDE” destas relações, num futuro próximo, esta prática poderá  estender-se a outros estados não apenas norte-americanos, mas no mundo. E a violência ocupará um “lugar comum” em nossas vidas.
Acredito que falta-nos o ASSOMBRO. Lamento afirmar (e percebo isso no meu cotidiano e na mídia em geral) que muitos de nós já não se assombram mais com as tragédias humanas. Por exemplo, no caso da professora Simone assassinada por seu aluno, no máximo, em alguns dias, exceto no caso dos familiares e amigos mais próximos, ninguém mais se lembrará do caso; sobretudo, a mídia. Temos memória curta...

Enfim, precisamos nos lembrar a cada manhã,  que somos passíveis de erros assim como todos que nos cercam e, a partir disso, praticar a TOLERÂNCIA, que é quase uma questão de sobrevivência atualmente. O que não inclui, logicamente, os casos de surtos psicóticos, cujos assassinos invadem as escolas e matam aleatoriamente. Esta é uma questão de Segurança Pública. Caso contrário, se a “moda pega”, o professor acumulará mais uma função a de SEGURANÇA ESCOLAR! E, cada vez, sobra menos espaço para a educação em si. 

Veja a matéria completa e o vídeo no link http://youtu.be/tbPB0bS7DZo


Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2013/03/130311_professores_tiro_eua_fn.shtml

terça-feira, 12 de março de 2013

INEVITÁVEL NÃO POSTAR, LAMENTÁVEL POSTAR!

"Simone de Lima, 27 anos, professora da Escola Toledo, em Itirapina, foi assassinada no início da tarde da segunda-feira (11), dentro da escola onde trabalhava por aluno de 33 anos." 

(fonte: http://primeiraedicao.com.br/noticia/2013/03/12/aluno-invade-escola-e-mata-professora acesso em 12/02/2013)

Por Mari Monteiro
No último artigo postado "O PROFESSOR E A SÍNDROME DE DURGA", além de mencionar todas as mazelas as quais nós, professores, estamos sujeitos, devo dizer que estamos também (e diariamente) frente a situações de risco como estas. Há dezenas de casos em que os professores sofrem ameaças e, incrédulos ou confiantes na bondade humana (feito eu, que sou bem Dorothy do Mágico de OZ, achando que tudo fica sempre bem...), meses ou até anos depois são brutalmente assassinados e agredidos fisicamente... Quanto à agressão verbal... Bem. Esta já virou rotina para alguns!!! E, pasmem, caso acessem este link do inicio do artigo, verão que a mídia não escreve o nome do ASSASSINO, emprega apenas suas iniciais. Afinal, quem merece proteção mesmo??? REVOLTANTE!

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